Um sonho de intercâmbio capítulo 10

Oi gente. Demorou, mas aqui estou eu trazendo o décimo capítulo! Acho que tem muita gente querendo saber o que acontece :). Se você não sabe o que é isso, eu estou escrevendo um “livro” e publicando capítulo por capítulo aqui no blog. Se você não leu algum capítulo anterior, por favor, leia. Então vamos nessa:

Capítulo 10

 

Minha esperança esta acabando, estou olhando as pessoas com menor nota para ir para LA.

– Mas é obvio que isso ia acontecer, né! Bem que eu avisei, mas você foi aumentar as esperanças da menina.- Disse uma voz lá no fundo. Aquela pessimista que estava já cansada de dar razão.

– O que posso fazer se gosto de ver todos felizes❓- Outra dessa vez, esta era outra a vida toda ignorada, que por poucos momentos chegou a penetrar em minhas ideias.

Ótimo (e a ironia retorna)! Não passei… opa, o que é isso! O meu  nome é o primeiro para Miami. OBA! Eu faço drama de mais. Disney, aqui vou eu! Sei que não vou para Orlando, mas é do lado.

-E então filha?- Diz a minha mãe passando pela porta do meu quarto. Como sempre, ela mais pontual do que nunca, saiu e cinco minutos depois (nem um segundo a mais, nem a menos), estava de volta.

– Não passei para Los Angeles.- ela soltou um som de pena, o sorriso de desmanchou, estava vindo ao meu encontro. Um abraço quente e apertado, com as velhas palavras: “vai ficar tudo bem”. Tudo que quero é falar para ela que passei para a segunda escola mais cobiçada.- Mas passei para Miami.- Agora sim, um berro surgiu do nada, e eu me junto a mamãe de forma instantânea.

Meu pai entra eufórico no quarto e pergunta o que aconteceu. Explicamos a ele e um segundo depois tinham três vozes criando berros e pulinhos animados. Como se fossemos criancinhas todas animadas por conta das férias terem chegado.

Após cada um de nós relembrarmos deveres importantes que deveriam ter sido feitos, nos separarmos. Peguei o telefone, abri as mensagens e tentei achar os grupos das famílias. Mando uma mensagem genérica contando do meu feito.

Ainda são 17:48. Acho que vou ver se acho alguma conversa antiga não lida. Com meu dedo arrasto cada grupo e nome para baixo. Paro num que faz um mês que não vejo. Sandra.

Eu, por instinto próprio tento criar um mutirão de emoções, mas não, hoje não, chega de confusões internas.

Hoje foi traçado meu ano seguinte, hoje sei o que esperar, hoje o resto não importa mais, hoje a Sandra acaba para mim.

Dessa vez, paro de ficar com medo. Deleto seu número, sem a menor dó.

Agora sim. Acho que mereço um banho de banheira. O melhor de tudo, já posso voltar a pensar sobre meu aconselhamento de nomes. Alias, será que a minha mãe não quer nenhuma ajuda em criar nomes para alguma coisa, ou talvez meu pai. Não sei, e nem quero saber, cuido disso depois. Agora tudo que quero é relaxar.

Então gente foi isso. Espero que vocês tenham gostado. Deixa aqui em baixo se gostou, ou qualquer sugestão de posts. Compartilha por favor. Quarta tem mais.

Bjs, Sofi.

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