A próxima esperança

Oi gente. Eu não sei se vocês já perceberam, mas eu amo escrever. Seja para o blog ou para uma redação escolar. A um mês me mandaram fazer um texto sobre alguém que me inspira. Um(a) super herói ( heroína) na vida real. Alguém que apesar de não ter poderes; ajuda como pode. Mas baseado em fatos reais, não podia ser inventado. Minha  professora corrigiu e eu pensei em por aqui. Eu não quero fazer nada tipo: “Para de se mostrar.”. Na verdade Quero botar isso aqui para inspirar todas (os) vocês. Talvez possamos melhorar o mundo. Então vamos nessa:

A próxima esperança

Ela atende. Com um ar de animação lhe pergunto se poso vê-la. Mas não, segunda é dia de ajudar a ONG. Eu sei que é necessário ajudar os outros; mas que tal me salvar desta vez.

Minha voz falha. A tristeza me consome. Já era, ela percebeu. Reconheço a cousa pela qual quer lutar. Mas nesse momento meu cérebro para, e, sem querer quero soltar… mas acaba que me interrompe.

-Querida-aquela voz desmonta a minha muralha faz os meus soldados recuarem.-eles dependem de mim, pense em todas aquelas crianças e mulheres que contam com uma pessoa para tudo, para mudar suas vidas, para ajudá-los,- Um “bip” soa no meu ouvido. Hoje eu perco, mas amanhã eu tento.

Um estrondo. A aula acabou. Todos os aluno eufóricos apressados para sentir liberdade, ou, então, mexer em seus celulares. Peguei o meu,e esperei. Um som muito conhecido, ou melhor, uma voz atende:

-Oi, como vai?-

Pulo as cortesias e chego logo ao ponto:

-Hoje você pode, né!?- Meu coração bate mais rápido, prestes a explodir:

-Sim,- finalmente, finalmente-mas só por dez minutos, terei de ir ao asilo. Você sabe como é.- Um “flashback” do dia anterior  passa em minha mente. Sem hesitar digo para nos vermos em outra hora.

E o dia seguinte foi igual, e o outro , e o outro.

Quando acordo pulo de alegria. “É sábado!!!” penso. Ligo o som no máximo e começo a dançar.

Sentei nà mesa do café da manhã e encarei meu pai, estava pronta para devorar a bandeja de frutas. Mas ele sugere que liguemos para ela, a pessoa mais ocupada que já vira, falou que poderíamos ir a um museu.

Antes que alguém pudesse sequer tocar no celular, digo:

-Não!!!- Todos ficam perplexos com meu “pequeno” grito- a vovó trabalhou muito,   deixe-a descansar.-.

Meu irmão reclama, meu pai tenta acalma-lo , minha mãe reflete e eu…sorriu por dentro.

Fim

Bem gente foi isso. Se vocês quiserem que eu bote mais textos meus deixe aqui nos comentários; e se tiver alguma maneira de mudar o mundo deixe aqui em baixo para inspirar as outras pessoas. Segunda tem mais.

Bjs, Sofi.

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